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17/05/2018 - Vaccicheck

Vacinação e títulos de Anticorpos

Ao longo das discussões atuais sobre vacinação, seja em humanos ou animais, algumas declarações recentes da imprensa questionaram o...

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Passear com os animais em áreas limpas é essencial para evitar com que eles sejam contaminados
 
A propagação da Parvovirose Canina (CPV) pode ocorrer através da exposição do animal em ambientes contaminados ou excrementos contaminados e a porta de entrada do vírus é por meio da via oral. 
De acordo com o doutor em Ciência Animal, Mestre em Medicina Veterinária Preventiva e especialista em Saúde Pública e professor de imunologia, epidemiologia, doenças infecciosas e saúde pública, Francisco Anilton, a doença é causada por um vírus de tamanho extremamente pequeno, o parvovírus, que pode ser observado em diversos animais. 
Ainda sobre a contaminação dos animais, a tese de mestrado, “Diagnóstico e tratamento de Parvovirose Canina”, feita pela estudante Bruna Rodrigues e pela professora Mestre do curso de Medicina Veterinária do centro Universitário Ingá, afirma que a infecção viral ocorre por exposição oronasal às partículas virais presentes nas fezes, fômites ou ambientes contaminados. Além disso, os equipamentos de cunho veterinário, pessoas, outros animais, insetos e roedores também podem atuar como veículos para a propagação do vírus.
Os dados da tese apontam que a Parvovirose pode fazer com que o animal tenha “quadros de gastroenterite hemorrágica, caracterizados por sinais de prostração, anorexia, vômitos, diarreia, predominantemente hemorrágica”. Em alguns casos mais graves, o cão deve ser internado em um posto de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de ficar isolado de outros animais e pessoas.
O doutor e mestre Anilton a doença viral aguda que ocorre em sua maioria em filhotes caninos é caracterizada, principalmente, por uma diarreia sanguinolenta. “É uma das viroses mais conhecidas e mais contagiosas entre os cães domésticos. Ela acomete mais os cães jovens que os adultos, talvez pelo fato destes últimos sejam mais resistentes pela imunidade naturalmente adquirida”, afirma.
Segundo Anilton, a Parvovirose apresenta alta mortalidade, principalmente entre cães jovens e de raças puras ou animais mais fracos ou debilitados por verminoses ou outras moléstias, inclusive carências.
De acordo com o artigo-tese, os principais sintomas da doença são prostração, anorexia e vômito, fatores que precedem o quadro de diarreia sanguinolenta, que ocorre geralmente entre 12 e 24 horas após a infecção. Além disso, os cães podem apresentar desidratação e hipovolemia.  Os sinais clínicos iniciais de choque incluem pulso normal ou fraco, taquicardia, palidez das mucosas, hipotensão, baixa temperatura corporal e grau de consciência reduzido.
Relacionado aos sinais clínicos, o médico veterinário Anilton reforça que os sintomas incluem a febre, leucopenia – que é a diminuição dos glóbulos brancos do sangue -  além de sintomas cardíacos nos filhotes. Segundo ele, os fatores relacionados à diarréia e a desidratação são os principais fatores que geram a morte dos animais. “A morte de animais severamente afetados é uma consequência da destruição extensa do epitélio intestinal, com consequente desidratação, além da possibilidade de choque endotóxico”, afirma.
 
O tratamento

O médico veterinário e professor Francisco Anilton afirma que o tratamento no combate da Parvovirose canina é um suporte. Segundo o médico veterinário os principais objetivos do tratamento buscam restabelecer e manter o equilíbrio eletrolítico e minimizar a perda de líquidos nas primeiras 24 a 48 horas ou até cessarem os vômitos.
É importante a suspensão completa da alimentação e ingestão de líquidos por via oral. De acordo com o médico, em algumas situações é recomendada a aplicação de fluidoterapia, antieméticos, antibióticos e, em alguns casos, é necessária a transfusão sanguínea.
Além disso, para evitar que os cães adquiram essa doença é preciso passear com os animais em áreas mais arejadas e limpas, evitando lugares que possam ser prejudiciais à saúde do cão.

 A Vacina e o VacciCheck
 
A vacina é importante para a prevenção contra doenças infecciosas, principalmente durante as cinco primeiras semanas de vida, mas é importante ressaltar que a utilização da vacina não precisa ocorrer todo ano.
Em algumas situações, como em casos de cães mais idosos, eles possuem mais dificuldades físicas e podem sofrer com irritações ou alergias. E os filhotes, por exemplo, podem possuir anticorpos maternos que os mantêm protegidos por algum tempo, fazendo com que a vacina não seja necessária.
Para que não ocorra vacinações excessivas, o kit de verificação VacciChek pode constatar se o cão está ou não imune. Além disso, o kit pode conferir se o animal está respondendo corretamente à vacinação, avaliar a imunidade de animais com o histórico de vacinação desconhecido, auxiliar na decisão de revacinação dos cães e diagnosticar a infecção na presença de sinais clínicos.
Portanto, ao usar o VacciCheck é possível confirmar se o cachorro já possui os anticorpos desejados, se ele possui uma imunidade baixa ou não e, principalmente, se é preciso ou não do uso da vacina.
Com o teste de verificação é possível obter os resultados de três doenças caninas, a Parvovirose, a Hepatite Infecciosa e a Cinomose. Os resultados são obtidos simultaneamente em 23 minutos. Para acompanhar o passo a passo do uso do kit clique aqui.
10/05/2018 - Informação

Parvovirose Canina é uma das doenças mais comuns entre os cães domésticos

Passear com os animais em áreas limpas é essencial para evitar com que eles sejam contaminados

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A VP Diagnóstico apoia o espetáculo "O Nosso Circo" que faz parte do  Festival de Teatro de Curitiba.

Serão duas apresentações nos dias 07 e 08 de abril de 2018, no TUC - Teatro Universitário de Curitiba.
06/04/2018 - Notícias

A VP Diagnóstico apoia o espetáculo "O Nosso Circo" do Festival de Teatro de Curitiba.

A VP Diagnóstico apoia o espetáculo "O Nosso Circo" que faz parte do Festival de Teatro de Curitiba.

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Professor Richard Ford, Lead Editor of the American Animal Hospital Association Canine Vaccination Guidelines last week delivered the following  lecture at the VMX (NAVC) in Orlando, USA –

“The AAHA Canine Vaccination Guidelines: 2017 Updates and Insights.”

From his lecture, some very important and powerful statements from Professor Ford were as follows:

1.       “Vaccination does not equal immunization. If you stop vaccination at 12 weeks, the puppy is NOT immunized. Up to 15% of dogs at 16 weeks of puppies are not immunized because of lingering maternal antibodies; this is the reality.”

This means that due to the high percentage of puppies without adequate protection, every puppy should be tested with VacciCheck to confirm core vaccine protection.

 

2.       “When Professor Ford carried out a survey of 2,000 vets who titer test – One of the questions they were asked -What is the most likely reason you would perform vaccine serology testing in your practice?

The Answer was:

Out of 2000 veterinarians polled, 98%, of the vets stated that owner requests is the reason why they performed vaccine titer testing.”
19/12/2017 - Vaccicheck

Vaccicheck - “The AAHA Canine Vaccination Guidelines: 2017 Updates and Insights.”

Professor Richard Ford, Lead Editor of the American Animal Hospital Association Canine Vaccination Guidelines last week delivered the following  lecture at the VM...

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