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Alunos do curso de graduação em Medicina Veterinária da Universidade Estácio de Sá (UNESA), do Rio de Janeiro, realizam atividade em laboratório utilizando o  kit Vaccicheck®.
Em atividade realizada na disciplina de Imunologia, ministrada pelo Doutor em Microbiologia e Médico Veterinário Flávio Gimenis Fernandes, os alunos Medicina Veterinária da Universidade Estácio de Sá (UNESA) utilizaram o kit Vaccicheck®.
A ideia do professor e pesquisador foi estimular seus estudantes para avaliar o estado imunitário de animais através de um teste rápido e que fornece resultados eficazes. Com o uso do Vaccicheck® os alunos puderam realizar verificação prática de títulos vacinais e a validação pós-vacinação em amostras de sangue e plasma.
A experiência prática é fundamental para que os graduandos realizem a aplicação e interpretação de técnicas diagnósticas na medicina veterinária, correlacionando o diagnóstico e prognóstico das doenças infecciosas e parasitárias que acometem cães e gatos.
O VacciCheck® é um kit de avaliação rápida para a verificação vacinal. Ele é utilizado para a checagem do estado de imunidade de cães sobre três patógenos: Hepatite infecciosa Canina (ICH/CAV), Parvovirose Canina (CPV) e a Cinomose Canina (CDV). Aqui no Blog contamos mais sobre o uso do Vaccicheck® e você pode conferir aqui.
Flávio Gimenis é Professor e pesquisador. Graduado em Medicina Veterinária, Especialista em Microbiologia, Mestrado e Doutorado em Ciências Biológicas (Microbiologia e Imunologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Extensionista no projeto Global Incidence of Multidrug-Resistant Tuberculosis no Instituto de Higiene e Medicina Tropical de Lisboa – Portugal (IHMTL).
Para saber mais sobre as pesquisas desenvolvidas pelo Professor Flávio Gimenis, acesse o site dele aqui.  Se você deseja realizar uma atividade semelhante junto ao seus acadêmicos, entre em contato com a VP Diagnóstico.
15/04/2019 - Notícias

Estudantes de Medicina Veterinária testam o kit Vaccicheck®

Alunos do curso de graduação em Medicina Veterinária da Universidade Estácio de Sá (UNESA), do Rio de Janeiro, realizam atividade em...

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Resumo
Este trabalho teve como objetivo determinar a frequência dos tipos sanguíneos de felinos domésticos atendidos na Clínica Veterinária do Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN), na cidade de Dourados, Mato Grosso do Sul. Os felinos possuem tipos sanguíneos semelhantes ao sistema ABO dos humanos, porém sem a existência do fator Rh. Os grupos sanguíneos dos felinos são constituídos por tipo A (mais frequente), tipo B (presente em algumas raças puras) ou tipo AB (raro). Para essa pesquisa, foram selecionados 50 animais, machos e fêmeas, acima de dois meses de idade, independente de peso e raça. As amostras de sangue foram coletadas através de venopunção da jugular e a tipagem sanguínea foi realizada através do kit comercial RapidVet-H IC Feline Immuno-Chromatographic (DMS Laboratories, Flemington, NJ,USA). O presente trabalho obteve frequência de 100% de felinos domésticos com tipo A. Não foram encontrados gatos do tipo B e AB. Os resultados encontrados neste estudo indicam que na região de Dourados, há uma frequência maior de gatos mestiços do grupo sanguíneo A. A tipagem sanguínea é um exame primordial antes de realizar qualquer tipo de procedimento hemoterápico, pois evita a ocorrência de reação transfusional com tipo sanguíneo incompatível (tanto para doador quanto para receptor), visto que os animais podem vir a óbito em situação de incompatibilidade sanguínea.
01/02/2019 - Informação

Artigo - "Frequência da tipagem sanguínea em felinos domésticos"

Resumo

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A One Health Veterinary - Centro de Hemoterapia Pet do Distrito Federal, convida o Prof. Dr. Francisco Anilton Alves Araujo - Dsc. para coordenar a discussão sobre  "PROTOCOLO VACINAL CANINO: PERSPECTIVAS PARA MUDANÇAS!".

Data: 09.01.2019

Horário: 19h30

Local: One Health Veterinary  
04/01/2019 - Notícias

"PROTOCOLO VACINAL CANINO: PERSPECTIVAS PARA MUDANÇAS!".

A One Health Veterinary - Centro de Hemoterapia Pet do Distrito Federal, convida o Prof. Dr. Francisco Anilton Alves Araujo - Dsc. para coordenar a discuss&a...

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O VacciCheck® confere a imunidade de cães com relação a três enfermidades.

O teste avalia o status vacinal do seu animal de estimação e ainda define se ele possui os anticorpos desejados

O VacciCheck® é um kit de verificação vacinal que serve como uma ferramenta para avaliar o estado de imunidade de cães sobre três patógenos: Hepatite infecciosa Canina (ICH/CAV), Parvovirose Canina (CPV) e a Cinomose Canina (CDV).
O kit avalia o status de vacinação do cão, a imunidade de animais com histórico de vacinação desconhecido e também avalia casos de cães imunossuprimidos. Além disso, o VacciCheck® determina se o filhote respondeu ou não à vacinação e realiza o diagnóstico de infecções na presença de sinais clínicos.
De acordo com o médico veterinário Maurício Staude, o teste VacciCheck® apresenta uma solução inovadora que pode trazer novas respostas aos estudos veterinários e aos donos dos animais. “É um teste que apresenta uma solução inovadora, importante e preenche uma lacuna existente. A vantagem que observo é no uso de um teste de resposta individual frente ao desafio vacinal”, relata.
Maurício afirma que quando os proprietários dos animais forem mais informados e compreenderem como o kit funciona, “sem dúvidas” irão fazer uso do produto.
Muitas vezes os filhotes já possuem anticorpos maternais que os mantêm protegidos por algum tempo, fator que pode até reduzir a eficiência de uma vacina, eliminando a necessidade desta. E, em algumas situações, as vacinas podem causar alergias em pacientes mais idosos.
Portanto, o VacciCheck® é capaz de verificar se o cão está imune ou não, se ele possui todos os anticorpos desejados e define se ele necessita de uma vacina ou se está em boas condições físicas e de saúde. O kit de verificação é de grande ajuda na hora de decidir se os cães devem ou não ser revacinados.
Além de alguns cães apresentarem alergias a componentes da vacina e desenvolver problemas pós-vacinação, o médico veterinário explica que podem haver outras desvantagens na revacinação dos cães. “Dor no local da aplicação e  aumento de volume podem ocorrer em alguns pacientes que permanecem com estes sintomas por um período mais longo. Por muitas ocasiões, em alguns pacientes agressivos, utilizamos recursos como imobilização, força e drogas tranquilizantes”, informa.
Com o teste VacciCheck® é possível obter os resultados das três doenças, ICH/CAV, CPV e CDV, simultaneamente em 28 minutos. Para acompanhar o passo a passo do uso do kit clique aqui.
	O vídeo abaixo traz detalhes do processo do teste VacciCheck®.
15/06/2018 - Vaccicheck

O VacciCheck® confere a imunidade de cães com relação a três enfermidades.

O teste avalia o status vacinal do seu animal de estimação e ainda define se ele possui os anticorpos desejados

Saiba Mais
O VacciCheck® determina se os anticorpos do seu cão estão presentes
 
O VacciCheck®, um produto desenvolvido pela Biogal, é um kit para a verificação de títulos vacinais e validação pós-vacinação
 
O kit é capaz de determinar se o filhote respondeu à vacinação, auxiliar na tomada de decisão de revacinar cães adultos, ou seja, testar se os anticorpos ainda estão atuando de forma eficiente. É importante ressaltar que a vacina é necessária aos cães, mas não existe a necessidade de revaciná-los após um ano, pois os anticorpos ainda podem estar ativos no organismo do paciente.
Além disso, o teste pode avaliar um paciente com histórico de vacinação desconhecida. Portanto, ao realizar o VacciCheck®  é possível saber se um animal adotado é vacinado ou não. O kit ainda pode realizar o diagnóstico de infecção se o paciente estiver apresentando sinais clínicos. E, principalmente, determina se o cão possui anticorpos contra Hepatite Infecciosa Canina, Cinomose ou Parvovirose Canina.
O teste é baseado na técnica de ELISA indireta pois detecta anticorpos. A técnica é simples e, para obter os resultados, é necessário observar os pontos que aparecem em um “pente” fornecido no kit. A intensidade da cor de cada ponto revela a quantidade de anticorpos presentes no sangue do animal.
O kit é composto por uma placa de desenvolvimento, pinça, um pente, escala de cor, micropipeta e manual de instruções. A placa de desenvolvimento é onde o médico veterinário irá colocar a amostra de sangue total ou soro e realizar o procedimento. A amostra deve ser depositada no primeiro poço (A).
A partir desse momento insere-se o pente dentro do poço e realiza o restante do processo. Cada poço deve ser furado com o auxílio da pinça. O dente permanecerá dentro do poço de acordo com o tempo já definido no manual de instruções. O dente do pente irá percorrer desde o poço A até o F e, em seguida, retornará ao E que corresponde à última lavagem.
Os dentes do pente fornecido podem ser destacados de acordo com a quantidade de amostras a se testar. Se for realizar apenas um único teste, destaque apenas um dente. Após o procedimento, retorne todos os componentes do kit em suas respectivas embalagens e armazene o na geladeira.
Para a leitura dos resultados, primeiro confira o controle positivo, a primeira bolinha (superior às demais), aparecer. Confira nas instruções de uso.

Para graduar e interpretar
 
Para graduar, primeiro é preciso calibrar o grupo controle e, em seguida é possível saber o score, se é S1, S2, S3 e assim por diante.
Para poder interpretar é preciso compreender que o S0, S1 e S2 significam que o nível de proteção está baixo, e a recomendação é de revacinar o animal. Se o paciente já possuir os sinais clínicos é interessante repetir o teste em um período de cinco dias.
Se registrar S3 a S6, é preciso saber se o animal foi vacinado ou não. Se foi vacinado, está protegido. Se não houve vacinação e o paciente apresentar sintomatologia, é positivo para a doença (Parvovirose, Cinomose e Hepatite Infecciosa).
Para cada doença há um modelo de laudo. Clique aqui para conferir o modelo de laudo.
http://www.vpdiagnostico.com.br/assets/uploads/files/file_5a8c24a074bf318immunocomb%20vaccichek%20canino%20modelo%20de%20laudo.pdf  (vou anexar o modelo quando postar a matéria)
 
Um exemplo da aplicação do VacciCheck®:
 
O teste pode ser executado no momento da consulta do paciente, e quando é feito o teste, se o resultado for positivo, o cão está protegido (caso ele esteja vacinado). Se estiver vacinado, for negativo nas 3 doenças, e o animal não apresentar sinais clínicos, pode estar suscetível às doenças. Dessa forma, recomenda-se a vacinação, contra Cinomose, Hepatite e Parvovirose.
Se houver necessidade de se verificar a resposta vacinal, é preciso refazer o teste após duas a quatro semanas.
Vale lembrar que vacinação não é igual a imunização. Alguns animais podem não responder à vacinação. Assim, VacciCheck® pode ajudar a descobrir se um animal pode ser geneticamente não responsivo às vacinas.
O VacciCheck® também ajuda a monitorar questões relacionadas aos anticorpos maternais.
Em algumas situações, o tutor leva seu pet ao médico veterinário para a vacinação, porém, ele não sabe se realmente é a hora ideal para o procedimento. A vacinação deve ocorrer quando a quantidade de anticorpos maternais esteja praticamente zerada para que não haja interferência dos mesmos na primeira vacinação do paciente.
08/06/2018 - Vaccicheck

O VacciCheck® determina se os anticorpos do seu cão estão presentes

O VacciCheck®, um produto desenvolvido pela Biogal, é um kit para a verificação de títulos vacinais e validação pó...

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A Cinomose canina é definida por ser uma doença grave e de alta mortalidade
 
É uma doença multissistêmica, ou seja, sua evolução pode apresentar vários sintomas e atingir todo o organismo.
 
Uma infecção que chama muito a atenção de médicos veterinários é a Cinomose canina (CDV) causada por vírus da família Paramyxoviridae, pertencente ao gênero Morbillivirus. Segundo o Dr. Francisco Anilton, professor de imunologia, epidemiologia, doenças infecciosas e saúde pública, a Cinomose “é uma doença sistêmica de evolução aguda, subaguda ou crônica que, além dos sintomas sistêmicos, pode também evoluir para graves sinais neurológicos”. O professor também ressalta que os sintomas variam de acordo com a força ou capacidade de multiplicação do vírus, a linhagem de microrganismos produzida, as condições ambientais, idade e estado imunológico do animal. Os sintomas: tosse, diarreia, anorexia, desidratação e perda de sangue com debilitação são observados em cães com quadros de Cinomose aguda.
De acordo com Anilton, as erupções cutâneas progredindo para pústulas (erupções com pus) e pequenos tumores inflamatórios na pele podem ocorrer especialmente na região do abdômen. Os sinais neurológicos começam no período de uma a três semanas após a recuperação da doença sistêmica. Nesse período há registro de ocorrência de sensibilidades nos órgãos, dores,, rigidez cervical, convulsões, sinais cerebelares e vestibulares e incoordenação.
Segundo o autor Macgavin (2013), os sintomas clínicos que caracterizam a doença consistem em febre bifásica, diarreia, vômito, perda de peso, secreção oculonasal com presença de muco e pus, tosse, distúrbios respiratórios e possível perda de visão. Quando a Cinomose caracteriza um caso mais grave, ela pode desenvolver problemas relacionados ao sistema nervoso central, incluindo inflamação no nervo óptico, lesões de retina, convulsões ou mioclonias residuais, falta de coordenação dos movimentos e paralisia.
A transmissão do vírus da Cinomose ocorre pela excreção de gotículas por meio de aerossol e outras excreções do corpo de animais infectados. O vírus pode ser liberado por vários meses, tendo sua disseminação em locais onde há maior incidência de cães mantidos em grupos, tornando o vírus instável no ambiente (SILVA et al., 2007).
Professor Anilton reforça que o vírus é eliminado nos exsudatos respiratórios, nas fezes e nos exsudatos conjuntivais por 60 a 90 dias após a infecção. Portanto, a contaminação dos animais pode ocorrer a partir do contato com outros animais que estão eliminando o vírus no ambiente, ou por meio do próprio ambiente contaminado.
A doença tem baixa porcentagem de cura, pois enfraquece o sistema imunológico, deixando o paciente vulnerável a outras infecções para bactérias e outras infecções.
        	
 Os cuidados e tratamento
 
De acordo com Francisco Anilton, o tratamento é inespecífico e de suporte, e as infecções bacterianas secundárias devem ser tratadas com antibióticos.
Segundo ele, os anticonvulsivantes são administrados quando necessário, já o uso de glicocorticóides pode ser benéfico em alguns casos de cães com doenças do sistema nervoso central que provém de infecção crônica pelo vírus da cinomose, mas contraindicado em cães infecção aguda.
Além disso, para evitar que os cães fiquem expostos a essas doenças é preciso mantê-los longe de animais doentes e em um local limpo e arejado.
A vacinação também é um importante meio de prevenção. Mas é preciso que o cão seja vacinado ou revacinado constantemente?
 
O VacciCheck®
 
O kit de verificação vacinal VacciCheck® serve para avaliar o status de vacinação do cão com relação a três enfermidades, são elas: a Cinomose canina, Hepatite Infecciosa Canina e Parvovirose Canina. A partir do momento em que é feita essa verificação, é possível analisar se o cão precisa ser revacinado ou se ele está imune a algumas enfermidades.
O objetivo principal deste kit é fornecer uma ferramenta útil para avaliar o estado de imunidade de cães sobre esses três patógenos. Como tal, ele pode determinar o título de IgG antes e após a vacinação ou a duração da imunidade.
Por meio da utilização do kit é possível evitar sintomas que podem ser causados pela vacina, além de evitar o excesso de vacinação. Muitas vezes alguns cães podem ser alérgicos a componentes da vacina e desenvolver problemas pós-vacinação. Além disso, eles podem já possuir anticorpos maternais capazes de manter os filhotes protegidos, fator que pode reduzir a força da vacina.
O uso do VacciCheck® pode ser benéfico aos animais, pois pode avaliar o histórico de vacinação dos cães, verificar se estão imunossuprimidos e ajudar da decisão da revacinação ou não.
Esse cuidado é uma ação preventiva para evitar que o paciente desenvolva riscos à saúde e avalie as condições físicas do animal.
Por meio do teste, os resultados são obtidos em poucos minutos. Para acompanhar o passo a passo do uso do kit clique aqui.

Referências:

MACGAVIN, D.M., et al. Bases da patologia em veterinária. Rio de Janeiro, Editora elsevier, 2013.

SILVA, M. C., et al. Aspectos clinicopatológico de 620 casos neurológicos de cinomose em cães. Pesquisa Veterinária Brasileira. v.27,n.5,p. 215 – 220, maio 2007.
25/05/2018 - Informação

A Cinomose canina é definida por ser uma doença grave e de alta mortalidade

É uma doença multissistêmica, ou seja, sua evolução pode apresentar vários sintomas e atingir todo o organismo.

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