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Em atividade recente, alunos do 3º período de Medicina Veterinária da UNISOCIESC - Sociedade Educacional de Santa Catarina  testaram o VacciCheck®.  A atividade aconteceu durante a aula prática de testes Imunobiológicos, da disciplina de Imunologia. Os testes foram coordenados pelo Professor Uriel Vinícius Cotarelli de Andrade, com quem conversamos. Confira como foi a experiência:

VP Diagnóstico - Professor, essa foi a primeira vez que o VacciCheck® foi utilizado em uma experiência prática junto aos alunos? Esse tipo de teste rápido já é utilizado pelos acadêmicos? 
Sim, foi a primeira vez que utilizamos o Vaccicheck com os alunos. Não, infelizmente não é freqüente o uso de kits rápidos imunológicos em aulas práticas, na maioria das instituições de ensino superior.

VP Diagnóstico - Quais foram as impressões dos estudantes e qual a importância de atividades como essa para a formação de novos profissionais?
Os alunos adoraram, uma vez que expressa a realidade colocada em sala de aula. Acredito que contribui muito, pois os alunos têm a oportunidade de realizar um teste que, teoricamente, só terão acesso na vida profissional.
VP Diagnóstico - A pesquisa na área imunológica é de grande importância para a evolução da Medicina Veterinária. Quais são os desafios que os jovens profissionais devem enfrentar dentro e fora da academia nesse cenário?
Acredito que o maior desafio é correlacionar os sinais clínicos do paciente com o teste imunológico mais adequado e também a interpretação correta dos resultados encontrados.
VP Diagnóstico - Com o teste VacciCheck® é possível obter os resultados para três doenças: ICH/CAV, CPV e CDV, simultaneamente em 28 minutos. Quais outras vantagens o Sr. destacaria nesse produto? 
Alta sensibilidade e especificidade, fácil execução e interpretação.
 
Uriel Vinícius Cotarelli de Andrade
Médico Veterinário, Mestre e Doutor pela UFPR, professor de Microbiologia e Imunologia, do curso de Medicina Veterinária da UNISOCIESC - Curitiba. Os alunos do 3o período de Med. Vet. estavam na aula prática de testes Imunobiológicos, da disciplina de Imunologia.
24/05/2019 - Notícias

Estudantes de Medicina Veterinária da UNISOCIESC utilizam VacciCheck® em aula.

Em atividade recente, alunos do 3º período de Medicina Veterinária da UNISOCIESC - Sociedade Educacional de Santa Catarina  testaram o VacciChe...

Saiba Mais
Saiba mais sobre essa doença que atinge os gatos e assusta os proprietários.


A Peritonite Infecciosa Felina, mais conhecida como PIF é uma das doenças que mais acometem os gatos por ser altamente contagiosa. Quando o animal reage inadequadamente ao coronavírus felino, desenvolve um processo inflamatório e, embora exista tratamento de suporte para dar mais conforto ao animal, a doença é incurável.


Todos os gatos podem ter PIF?


A PIF está presente em praticamente todo o mundo, principalmente em grandes centros, com maior concentração desses animais. A doença é mais comum em animais novos, com até dois anos de idade, mas também pode atingir gatos idosos e aqueles que possuem o sistema imunológico mais sensível. Alguns animais podem contrair o vírus e ter uma reação natural contra a doença. Já outros gatos podem ter o vírus incubado por muito tempo até apresentar os sintomas. 


Como acontece a transmissão?



O contato com fezes de animais com coronavírus é outra forma de contaminação, pois após a infecção, o vírus se replica no tecido intestinal do animal. Essa transmissão acontece quando gatos compartilham ambiente, brinquedos e caixas de areia. 


O coronavírus ainda pode ser disseminado via oronasal ou por inoculação direta, ou seja através de mordidas de gatos ou lambedura de feridas abertas. Uma gata contaminada pode transmitir a doença para seus filhotes durante a gestação, ou ainda através da amamentação, banho e contato direto com secreções orais. 


Estresse, susceptibilidade genética, e doenças intercorrentes também  influenciam no aparecimento da PIF. 


Como se prevenir?


O coronavírus é relativamente instável no ambiente e sensível aos desinfetantes, mas pode permanecer infeccioso por quase dois meses no interior de matéria orgânica seca ou em superfícies. Por isso, mantenha os ambientes sempre limpos e evite deixar os locais úmidos.


O uso da vacina, que contém o vírus vivo modificado, protege gatos com títulos baixos ou ausentes para FcoV. Porém, em alguns felinos, a vacina pode falhar por haver  infecção pré-existente no animal. 


Quais são os sintomas da PIF?


Os sinais da PIF variam conforme a distribuição das lesões no animal e podem se manifestar em duas formas: efusiva (úmida) e a não-efusiva (seca). 

No caso da PIF efusiva (úmida) a lesão é mais extensa pois acontece um processo inflamatório nos vasos sanguíneos. Com isso, ocorre o acúmulo de líquido na região abdominal e torácica do animal. 


Já na PIF não-efusiva (seca),  as lesões são menores e os sintomas iniciais são mais vagos: vão da falta de apetite à perda de pelos. Os animais podem ficar  ictéricos, com a pálpebras e nariz amarelados, e ainda apresentar marcas nos olhos. Nessa forma da doença acontece a formação de granulomas e a necrose em órgãos abdominais e torácicos, do sistema nervoso e dos olhos. 


Os principais sintomas são: febre, perda de peso e diarreia. Outros sinais da doença são os vômitos, infecções oculares, paralisia, desorientação, insuficiência hepática e renal.  


Vale lembrar que as formas da PIF são  determinadas pela resposta imunológica de cada animal. Existem casos em que o felino pode desenvolver tanto a  efusiva (úmida) quanto a a não-efusiva (seca).  


Não tem cura, mas tem tratamento?


A  doença não tem cura, apenas tratamentos paliativos, tornando a vida dos animais contaminados mais confortável. A progressão da doença pode ser desacelerada com o uso de antibióticos, antinflamatórios e quimioterápicos. Além disso, punções para retirar o acúmulo de líquido no tórax e no abdômen podem ser realizadas.


Faça o teste


O diagnóstico para PIF pode ser obtido através da avaliação do histórico do animal, quando este está disponível. Além disso, para saber se o seu gatinho está prevenido contra a PIF, solicite ao médico veterinário o teste ImmunoComb Peritonite Infecciosa Felina (PIF) Coronavírus Felino (FCoV). Esse Teste Dot-Elisa determina, no soro de gatos, o nível de anticorpo anti Coronavírus Felino, sendo que o resultado negativo é útil para afastar um diagnóstico da PIF.
14/05/2019 - Informação

O que é PIF?

Saiba mais sobre essa doença que atinge os gatos e assusta os proprietários.

Saiba Mais
Alunos do curso de graduação em Medicina Veterinária da Universidade Estácio de Sá (UNESA), do Rio de Janeiro, realizam atividade em laboratório utilizando o  kit Vaccicheck®.
Em atividade realizada na disciplina de Imunologia, ministrada pelo Doutor em Microbiologia e Médico Veterinário Flávio Gimenis Fernandes, os alunos Medicina Veterinária da Universidade Estácio de Sá (UNESA) utilizaram o kit Vaccicheck®.
A ideia do professor e pesquisador foi estimular seus estudantes para avaliar o estado imunitário de animais através de um teste rápido e que fornece resultados eficazes. Com o uso do Vaccicheck® os alunos puderam realizar verificação prática de títulos vacinais e a validação pós-vacinação em amostras de sangue e plasma.
A experiência prática é fundamental para que os graduandos realizem a aplicação e interpretação de técnicas diagnósticas na medicina veterinária, correlacionando o diagnóstico e prognóstico das doenças infecciosas e parasitárias que acometem cães e gatos.
O VacciCheck® é um kit de avaliação rápida para a verificação vacinal. Ele é utilizado para a checagem do estado de imunidade de cães sobre três patógenos: Hepatite infecciosa Canina (ICH/CAV), Parvovirose Canina (CPV) e a Cinomose Canina (CDV). Aqui no Blog contamos mais sobre o uso do Vaccicheck® e você pode conferir aqui.
Flávio Gimenis é Professor e pesquisador. Graduado em Medicina Veterinária, Especialista em Microbiologia, Mestrado e Doutorado em Ciências Biológicas (Microbiologia e Imunologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Extensionista no projeto Global Incidence of Multidrug-Resistant Tuberculosis no Instituto de Higiene e Medicina Tropical de Lisboa – Portugal (IHMTL).
Para saber mais sobre as pesquisas desenvolvidas pelo Professor Flávio Gimenis, acesse o site dele aqui.  Se você deseja realizar uma atividade semelhante junto ao seus acadêmicos, entre em contato com a VP Diagnóstico.
15/04/2019 - Notícias

Estudantes de Medicina Veterinária testam o kit Vaccicheck®

Alunos do curso de graduação em Medicina Veterinária da Universidade Estácio de Sá (UNESA), do Rio de Janeiro, realizam atividade em...

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Resumo
Este trabalho teve como objetivo determinar a frequência dos tipos sanguíneos de felinos domésticos atendidos na Clínica Veterinária do Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN), na cidade de Dourados, Mato Grosso do Sul. Os felinos possuem tipos sanguíneos semelhantes ao sistema ABO dos humanos, porém sem a existência do fator Rh. Os grupos sanguíneos dos felinos são constituídos por tipo A (mais frequente), tipo B (presente em algumas raças puras) ou tipo AB (raro). Para essa pesquisa, foram selecionados 50 animais, machos e fêmeas, acima de dois meses de idade, independente de peso e raça. As amostras de sangue foram coletadas através de venopunção da jugular e a tipagem sanguínea foi realizada através do kit comercial RapidVet-H IC Feline Immuno-Chromatographic (DMS Laboratories, Flemington, NJ,USA). O presente trabalho obteve frequência de 100% de felinos domésticos com tipo A. Não foram encontrados gatos do tipo B e AB. Os resultados encontrados neste estudo indicam que na região de Dourados, há uma frequência maior de gatos mestiços do grupo sanguíneo A. A tipagem sanguínea é um exame primordial antes de realizar qualquer tipo de procedimento hemoterápico, pois evita a ocorrência de reação transfusional com tipo sanguíneo incompatível (tanto para doador quanto para receptor), visto que os animais podem vir a óbito em situação de incompatibilidade sanguínea.
01/02/2019 - Informação

Artigo - "Frequência da tipagem sanguínea em felinos domésticos"

Resumo

Saiba Mais
A One Health Veterinary - Centro de Hemoterapia Pet do Distrito Federal, convida o Prof. Dr. Francisco Anilton Alves Araujo - Dsc. para coordenar a discussão sobre  "PROTOCOLO VACINAL CANINO: PERSPECTIVAS PARA MUDANÇAS!".

Data: 09.01.2019

Horário: 19h30

Local: One Health Veterinary  
04/01/2019 - Notícias

"PROTOCOLO VACINAL CANINO: PERSPECTIVAS PARA MUDANÇAS!".

A One Health Veterinary - Centro de Hemoterapia Pet do Distrito Federal, convida o Prof. Dr. Francisco Anilton Alves Araujo - Dsc. para coordenar a discuss&a...

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O VacciCheck® confere a imunidade de cães com relação a três enfermidades.

O teste avalia o status vacinal do seu animal de estimação e ainda define se ele possui os anticorpos desejados

O VacciCheck® é um kit de verificação vacinal que serve como uma ferramenta para avaliar o estado de imunidade de cães sobre três patógenos: Hepatite infecciosa Canina (ICH/CAV), Parvovirose Canina (CPV) e a Cinomose Canina (CDV).
O kit avalia o status de vacinação do cão, a imunidade de animais com histórico de vacinação desconhecido e também avalia casos de cães imunossuprimidos. Além disso, o VacciCheck® determina se o filhote respondeu ou não à vacinação e realiza o diagnóstico de infecções na presença de sinais clínicos.
De acordo com o médico veterinário Maurício Staude, o teste VacciCheck® apresenta uma solução inovadora que pode trazer novas respostas aos estudos veterinários e aos donos dos animais. “É um teste que apresenta uma solução inovadora, importante e preenche uma lacuna existente. A vantagem que observo é no uso de um teste de resposta individual frente ao desafio vacinal”, relata.
Maurício afirma que quando os proprietários dos animais forem mais informados e compreenderem como o kit funciona, “sem dúvidas” irão fazer uso do produto.
Muitas vezes os filhotes já possuem anticorpos maternais que os mantêm protegidos por algum tempo, fator que pode até reduzir a eficiência de uma vacina, eliminando a necessidade desta. E, em algumas situações, as vacinas podem causar alergias em pacientes mais idosos.
Portanto, o VacciCheck® é capaz de verificar se o cão está imune ou não, se ele possui todos os anticorpos desejados e define se ele necessita de uma vacina ou se está em boas condições físicas e de saúde. O kit de verificação é de grande ajuda na hora de decidir se os cães devem ou não ser revacinados.
Além de alguns cães apresentarem alergias a componentes da vacina e desenvolver problemas pós-vacinação, o médico veterinário explica que podem haver outras desvantagens na revacinação dos cães. “Dor no local da aplicação e  aumento de volume podem ocorrer em alguns pacientes que permanecem com estes sintomas por um período mais longo. Por muitas ocasiões, em alguns pacientes agressivos, utilizamos recursos como imobilização, força e drogas tranquilizantes”, informa.
Com o teste VacciCheck® é possível obter os resultados das três doenças, ICH/CAV, CPV e CDV, simultaneamente em 28 minutos. Para acompanhar o passo a passo do uso do kit clique aqui.
	O vídeo abaixo traz detalhes do processo do teste VacciCheck®.
15/06/2018 - Vaccicheck

O VacciCheck® confere a imunidade de cães com relação a três enfermidades.

O teste avalia o status vacinal do seu animal de estimação e ainda define se ele possui os anticorpos desejados

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